quinta-feira, 12 de março de 2015

Mentes Anti Clautrofóbicas

Olá, Como vão todos?
Começo este post novamente fazendo uma pergunta: Seriam apenas pessoas calorosas, masoquista ou com extremo preconceito a claustrofóbicos?
Como muitas outras pessoas em diversos lugares do Mundo, faço uso diário do transporte público, e sempre reparei várias semelhanças de um lugar para o outro. Apesar de Nunca Ter andado em bairros de outras cidades, em minha cidade mesmo, encontrei uma relação lógica entre eles.
Desde o dia em que comecei a andar de ônibus, sempre ouvi pessoas reclamando da superlotação, o que eu até concordo, já que é realmente desconfortável ser empurrado a todo momento.
Porém, muitas vezes, em alguns casos raros em horários de pico (idas e vindas de Trabalho e escola) estas mesmas pessoas se deparam com algo que as deixa intimidadas, o ônibus não está superlotado . E neste momento, se você reparar bem, ocorre uma centralização de toda a massa humana em um determinado ponto do ônibus, que não seja o meio, o que me faz rir em alguns momentos, não por maldade ou desrespeito, mas porque ainda tem gente com Coragem Para reclamar do extremo calor humano gerado pelo contato próximo contínuo ... E o Meio do transporte? Completamente Vazio.
Afinal, alguém poderia me explicar por que somos tão sistemáticos sem ao menos perceber? Com toda certeza, se alguém que estiver lendo Isto entende de psicologia, deve saber o que se passa em nosso cérebro em uma situação como essa.
Não importa quão perceptivo você seja, com absoluta certeza, já fez alguma reclamação equivocada quando poderia simplesmente ir mais para dentro do ônibus.
Digo tudo isso para chegar novamente a mesma conclusão: será que algumas coisas são realmente o que achamos que são? Ou em alguns momentos, por tanto costume a mesma rotina de lugares e metas diárias, deixamos passar oportunidades e até mesmo alguns detalhes que podem fazer nosso dia ser completamente diferente?
Aqueles que ficarem interessados em debaterem sobre este assunto, comentem aqui em baixo, se queremos conhecer os pontos de vista de cada personalidade, temos que conversar e dizer o que achamos para cada uma delas.

Obrigado por lerem tudo o que tenho a dizer.
Até a próxima.

terça-feira, 10 de março de 2015

Sociedade Utópica

Utopia do Desastre

Olá, como vão todos?
Irei começar a dizer todas as ideias e opiniões que estão brotando neste exato momento em meu cérebro fazendo uma pergunta para cada um de vocês:"O que significa para você uma sociedade utópica?".
Segundo o dicionário, o substantivo Utopia significa algo como irrealizável, um lugar em que tudo acontece na mais perfeita ordem e com extrema organização, muitas vezes associado ao âmbito político governamental.
Particularmente, eu dou muito valor a uma boa leitura de qualquer livro que tenha sido escrito com o mínimo de atenção, meu gênero favorito? Distopia. Distopia é completamente o oposto de uma utopia, e se quiser pesquisar em um dicionário de antônimos o oposto de utopia pode ser escrito como uma palavra que ouvimos e dizemos a todo momento, verdade.
Então é aí que podemos ir além, se verdade é o oposto de utopia, utopia não passa de uma completa mentira descarada.
Todos os dias, todos os meses, em todas as estações do ano buscamos a utopia.
Levando pela consideração de uma literal mentira, é meio assustador percebermos o quanto a buscamos incansavelmente.
Por que ligamos tanto para moda e acessórios de marca? Por que apenas buscamos ler os livros que todos leem? Por que buscamos apenas o emprego que vamos ter para o resto de nossas curtas vidas avaliando apenas o salário e não o que realmente somos capazes de fazer com extrema qualidade?
Nunca fui capaz de entender a respostas para cada pergunta, mas reparei em uma sequência lógica. Não acredito que os seres humanos tenham algum parentesco com os primatas, apesar das semelhanças, porém, tenho que assumir o fato de sermos quase idênticos em nossa própria hierarquia.
Homens, mulheres e crianças tem a necessidade involuntária de seguir um ideal, inevitavelmente, ninguém é igual a ninguém.
Existem os intelectuais, os artistas, os esportistas, os baderneiros e todos esses grupinhos que todos conhecemos em nosso período de estudo na escola e faculdade, todos tem uma voz, um ideal.
Aqueles que estiverem lendo isso que já tenham jogado basquete podem entender melhor, mas um time de basquete é composto por cinco jogadores, geralmente: dois armadores, dois alas-armadores, e um pivô.
Sempre gostei de definir o time de basquete literalmente como um corpo, já que não entendia muito bem das regras básicas, usava-os em minhas divagações metafóricas nos momentos de tédio em sua mais pura e básica essência.
Os armadores, movimentam o corpo, são responsáveis pela parte do cérebro, já que todas as jogadas quase que obrigatoriamente se iniciam por eles, obviamente, devido ao nome, para armar as jogadas.
Os alas, ou ala-armadores, considero como as pernas do corpo, que, comandados pelo cérebro tem de correr pela quadra e do ponto de vista estratégico, conquistar território dentro do jogo.
Já os pivôs, correspondentes aos braços, são responsáveis por controlar toda e qualquer parte mais alta do jogo, seja na defesa, ou no ataque.
Disse tudo isso para podermos chegar a seguinte conclusão, todos os grupos são um corpo diferente, que se alimentam de formas diferentes, e adquirem doenças distintas.
Por isso concordo com o dicionário, quando leio verdade como antônimo de utopia, já que somos incapazes de lidar perfeitamente com as diferenças por muito tempo. Ou será que você conseguiria andar dia e noite sob uma perna só, sem nenhum tipo de apoio externo e sem sequer vacilar um único passo?
Mas, não concordo com isso também, já que cada parte supre as deficiências e dificuldades da outra. Uma vez, em uma escola ode estudei, os professores fizeram um jogo com seus alunos em que haviam quatro cadeiras, dispostas uma à quina da outra, formando um vão quadrado entre elas.
Então chamaram três colegas, e eu para esta brincadeira. Nos sentamos na cadeira de lado com os joelhos bem juntos, depois, nos deitaram sobre os joelhos uns dos outros.
Um dos professores, com um sorriso brincalhão no rosto perguntou: O que vocês acham que irá acontecer quando retirarmos todas as cadeiras em que estão sentados? Logo, estava puxando, cadeira após cadeira de debaixo de nós, meu coração gelou ao não sentir mais nada abaixo de mim durante os primeiro meio segundo, até eu perceber que ainda estávamos apoiados um sob o joelho o outro e isso nos manteve suspenso até que nosso querido professor pedisse para levantarmos. Sorte minha que nunca tive problemas de coração, pois teria tido um ataque.
A conclusão que tiro disso tudo é que: Utopia e Distopia são apenas palavras que tiveram seus significados criados sabe-se lá há quanto tempo e ambas se aplicam a nós.
Todos vivemos em uma utopia distópica, o que define a predominância, é apenas questão de ponto de vista.
Gostaria de propor que, a cada post, não só queles que quiserem debater comentassem pois é sempre bom conhecermos diferentes opiniões, como também, sugerirem possíveis assuntos para debates futuros.

Obrigado por lerem tudo o que tenho a dizer.
Até a próxima.